sexta-feira, 5 de agosto de 2016

UNIDADE CLASSISTA BH: NOTA DE SOLIDARIEDADE À COMUNIDADE MARIA BONITA


       
No último sábado dia 30/07 mais de 200 famílias tiveram que deixar suas moradias na ocupação “Maria Bonita” no bairro Bom Jesus, na divisa de Ribeirão das Neves com Contagem, devido uma ordem de despejo do terreno onde ocupavam. O terreno é privado e estava há décadas desocupado sem nenhuma função social.
A PM forçou a retirada, sem mandato judicial, ameaçando prender e usar a força policial para reprimir aos moradores indefesos e desarmados. Devido a alta quantidade de crianças e idosos na ocupação, os moradores decidiram abandonar suas casas de maneira pacífica. Além da Unidade Classista, integrantes das Brigadas populares e independentes estiveram presentes, dando apoio aos moradores e condenando a retirada forçada feita pela PM.
Também estiveram presentes no local os supostos proprietários do terreno com um suposto título de propriedade. No entanto, o documento apenas continha as coordenadas geográficas do terreno na matrícula do imóvel não sendo possível verificar se ele pertencia àqueles que o reivindicavam.
A Unidade Classista presta solidariedade aos moradores que foram expulsos de suas casas na “Maria Bonita”, as outras ocupações urbanas que resistem à pressão do Estado burguês. Além disso, repudiamos a ação da PM sob ordem do governador Pimentel do PT que aplica uma política de repressão e criminalização aos movimentos de luta por moradia e as ocupações urbanas favorecendo os grandes proprietários de terra que sem destinar uma função social para o terreno são responsáveis pela especulação imobiliária e pelo déficit habitacional na capital mineira, que é de 78 mil unidades, e no estado que chega a 557 mil unidades.

Pelo direito a moradia!
Contra os latifúndios urbanos!
Toda força as ocupações!

Coordenação Municipal da Unidade Classista BH- MG

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Petroleiros em greve - 26 JULHO 2013

Cerca 90% dos petroleiros que trabalham na Bacia de Campos, maior região produtora de petróleo do país, estão em greve. Três plataformas pararam totalmente a produção. A razão para a paralisação é a decisão da Petrobrás de cortar o pagamento adicional por horas extras no repouso. No Olhar Comunista.
A greve é um claro sinal de que as condições de trabalho da categoria vêm se deteriorando progressivamente. O grande número de empresas terceirizadas contribui significativamente para isso, pela precarização das relações de trabalho que impõem. Mas a razão de fundo está no fato de a Petrobrás ser, hoje, na prática, uma empresa provada, que, como toda empresa privada, aposta na maior geração de lucro possível no curto prazo com o aumento da exploração do trabalho e com volumes de produção que não levam em conta o provável esgotamento precoce das reservas de petróleo.
A greve é também um sinal de que o operariado começa a se mobilizar, na defesa de seus direitos e no enfrentamento da luta de classes.

terça-feira, 2 de julho de 2013

sexta-feira, 5 de abril de 2013

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

CHAPA DOIS VENCE AS ELEIÇÕES PARA O SINDIPA - IPATINGA

CHAPA DE OPOSIÇÃO DA INTERSINDICAL VENCE AS ELEIÇÕES
Terminou na noite de ontem a apuração dos votos das eleições do Sindipa. A CHAPA 2 organizada pela Intersindical derrotou os pelegos e a Usiminas nesse processo que envolveu o conjunto dos metalúrgicos.
Um momento histórico para região do Vale do Aço, pois foram décadas de parceria com os patrões onde direitos dos metalúrgicos foram reduzidos, salários foram arrochados enquanto os pelegos se beneficiavam dos conchavos com os patrões.
A vitória é dedicada aos metalúrgicos assassinados na década de 60 quando lutavam na Usiminas por melhores condições de trabalho. A vitória vem acompanhada do compromisso de retomar o Sindicato para os metalúrgicos e unidos ao conjunto da classe trabalhara lutar por nenhum direito a menos e avançar rumo a novas conquistas.
Veja os números da apuração:
Chapa 2 - OPOSIÇÃO: 2897
Chapa 1 - Pelegos da Força Sindical: 2777

 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Chapa 01 Resistência & Luta Eleições do SindUTE/MG – Subsede SindUTE/Sabará – Conselho Geral


Milhares de trabalhadores gregos, que contribuíram durante toda sua vida para a previdência, tiveram suas aposentadorias drasticamente reduzidas. Na Espanha, quase a totalidade dos jovens estão desempregados. Em Portugal, na Itália, Irlanda, entre outros países europeus, a situação é idêntica. Nos EUA a crise atingiu em cheio a classe trabalhadora. Mas você deve estar se perguntando: e o que isso tem a ver comigo? Veja bem, o capitalismo está interligado em todo o mundo. A globalização, que aproximou culturas, unificou os mercados, e o que acontece em uma parte do planeta, cedo ou tarde, atinge todo o mundo. Em uma situação de crise, os trabalhadores são os primeiros a terem seus direitos cortados, assim como os investimentos públicos nas áreas sociais, como educação e saúde. Uma categoria organizada, um sindicato forte, uma classe consciente de seu papel na história, agrupa as condições necessárias para empreender uma resistência à retirada de direitos, e por consequência, a luta pela ampliação das garantias trabalhistas. Devemos estar preparados, e a melhor forma de defendermos nossas conquistas é buscando a unidade e o protagonismo dos trabalhadores em educação de Sabará.

A SEE-MG se adequou ao famigerado ''choque de gestão'' (ou indigestão) do governo, piorando as precárias condições nas escolas, que são tratadas como empresas deficitárias, apesar das repetidas mentiras ''tornadas verdades'' em ricas propagandas em horário nobre. A aposta é na formação de analfabetos funcionais e ''votantes'' despolitizados e alienados. Despreza-se valores como o da colaboração e cooperação não havendo, contudo, melhorias efetivas na educação, no que diz respeito a estrutura física das escolas, formação e qualificação dos trabalhadores em parâmetros educacionais amplos, humanos e democráticos, assim como desconsidera-se as condições psicológicas e sociais dos estudantes e suas famílias.

As políticas de ajuste fiscal de cunho neoliberal do Governo de Minas Gerais, intensificadas em 2003 com Aécio Neves, a partir das medidas do chamado Choque de Gestão, e das estratégias contábeis elaboradas pelos responsáveis pelo planejamento administrativo do Estado, expressam realidades que não correspondem à situação de arrocho pela qual passa o magistério de Minas Gerais. A propaganda oficial do governo apresenta um quadro de uma política austera, e que não pode cometer airresponsável política populista de aumento salarial sem qualquer critério. As lutas pelos planos de carreira e valorização salarial dos trabalhadores em educação demonstram a falta de sincronia entre os discursos publicitários oficiais e a situação cotidiana da categoria. Em uma greve que durou mais de 200 dias, os professores mineiros enfrentaram ataques difamatórios na grande mídia, punições administrativas, ameaças de demissões e a tropa de choque, por exigirem o cumprimento da lei 11.738/2008, lei que demorou 20 anos para ser regulamentada.

As eleições do SindUTE/MG estão agendadas para o período de 26 a 30 de novembro deste ano. Essas eleições definem o momento de nossa categoria reafirmar o seu papel histórico na luta pela: valorização profissional, defesa de seus direitos e da educação pública gratuita e de qualidade para os filhos da classe trabalhadora e mais, pela firme vigilância no uso dos recursos públicos destinados à educação.

Por isso apresentamos nossa chapa, RESISTÊNCIA & LUTA, um coletivo que atua com a perspectiva de ajudar no processo de organização dos trabalhadores em educação para o enfrentamento aos ataques que o sistema capitalista e seus gestores nos impõem. Defendemos um sindicato amplo, classista, democrático e independente dos governos para a condução das lutas da categoria. Dessa forma, acreditamos que o sindicato deve ser produto de um processo de unidade de ação nas lutas cotidianas dos trabalhadores em educação, e de acordo com um calendário de mobilizações que não seja burocrático e muito menos se deixe confundir com a agenda eleitoral nacional.

Convidamos os companheiros e companheiras a lerem e debaterem nossas propostas contidas nesta carta programa, e a votar na chapa RESISTÊNCIA & LUTA!

NENHUM DIREITO A MENOS! AVANÇAR RUMO A NOVAS CONQUISTAS!







A Chapa RESISTÊNCIA & LUTA apresenta os nomes dos trabalhadores(as) em educação Daniel Braga e Rômulo Radicchi para comporem o Conselho Geral (CG) do SinUTE/MG. Proporcionalmente ao número de filiados, a subsede Sabará pode eleger até dois representantes para o CG. É no CG que os rumos da entidade são definidos, além de aproximar a base das deliberações gerais da categoria. Participe votando nos dois professores indicados pela chapa RESISTENCIA & LUTA.





PÁGINA 03
Propostas
Nossas Bandeiras de Luta:

  • Revogação da reforma da previdência, visto que a mesma foi obtida de forma ilícita, com a compra de votos pelo esquema domensalão.
  • Contra a flexibilização dos direitos e qualquer reforma que ataque os trabalhadores (não ao projeto de Acordo Coletivo Especial e a nova reforma da previdência)
  • Independência frente a todos os governos (estadual, federal e municipais)
  • Independência frente a quaisquer partidos políticos
  • 10% do PIB para a educação pública já!
  • Gestão Democrática: Garantia das Eleições para dirigentes escolares
  • Garantia da autonomia dos Colegiados e/ou Conselhos Escolares
  • Cumprimento da Lei do Piso Salarial Nacional
  • Ampliação do tempo destinado ao planejamento, conforme Lei do Piso
  • Combate ostensivo ao assédio moral
  • Garantir nas unidades escolares sempre que os trabalhadores sejam respeitados em suas escolhas.
  • Defender a diminuição do número de alunos por sala de aula, conforme lei específica.

REDE MUNICIPAL

Salários
  • Garantia da revisão anual pelo índice aplicado na atualização do custo aluno no FUNDEB de acordo com o PSPN.

Licenças para formação
  • Defender a regulamentação das licenças para mestrado e doutorado, a fim de que seu corpo docente seja cada vez mais qualificado para atuar tanto no ensino profissional quanto no médio regular.
  • Formação continuada em serviço.

Defesa da EJA
  • Ampliação da oferta de EJA, com equipe completa e condições adequadas para o trabalho.
  • Trabalhar em áreas específicas.

Educação Inclusiva
  • Defender uma politica de inclusão para a Rede que garanta profissional especializado para acompanhar os alunos com deficiência.

Violência Escolar
  • Atendimento jurídico ao profissional vítima da violência
  • Exigir a presença dos órgãos responsáveis pela segurança no ambiente escolar .

Organização Sindical
  • Conquista de um imóvel para ser a sede do sindicato.
  • Departamento jurídico para a subsede.
  • Criação de sala de estudos, com a cervo para a formação politico-sindical , com possibilidade de consulta e empréstimos de livros, CD's, DVD's, etc.

Cultural
  • Realização de eventos, culturais, debates, saraus, apresentações musicais, festas e criação de espaço para exposição de trabalhos de artistas das redes públicas;


Educação Infantil
  • Garantia da remuneração adequada e justa aos profissionais da educação infantil, em conformidade com a Lei do Piso Salarial Nacional.
  • Garantia de que o atendimento das crianças nas creches e pré-escolas seja feito por professoras(es) conforme LDB.
Conselhos
  • Participar dos conselhos de direito, tais como (Educação, Alimentação, CONFUNDEB, previdência e etc.) de forma atuante, fiscalizando as ações do Executivo e defendendo o cumprimento da legislação e dos direitos dos trabalhadores.

REDE ESTADUAL

  • Luta pela revogação da lei do subsidio que destruiu a carreira dos trabalhadores em educação.
  • Aplicação da lei do piso salarial profissional para jornada de 24h.
  • Reconstrução da Carreira, com a garantia de todos direitos conquistados (biênio, quinquênio, etc...)
  • Garantia de um terço da jorna para planejamento, inclusive para as(os) professoras(es) que atuam do ao anos
  • Fim da avaliação de desempenho com caráter punitivo.
  • Garantir a eleição de dirigentes como princípio fundamental da gestão democrática não permitindo em qualquer hipótese os casos de intervenção.
  • Combate ao autoritarismo e ao assédio moral.
  • Continuar e ampliar a oferta aos trabalhadores da Rede Estadual de um departamento jurídico atuante e formativo.
  • Denunciar o descaso da SEE com relação à materialidade das escolas.
  • Regionalizar eventos de formação favorecendo a participação dos trabalhadores(as) da educação.
  • Cobrar da SEE uma política de inclusão capaz de atender as necessidades das crianças e jovens com deficiência matriculados na Rede Estadual.
  • Garantir aos trabalhadores da Rede Estadual a infraestrutura e a logística para a participação em eventos da categoria.














     








    COMPONENTES DA CHAPA

    Maria Luísa de Barros Costa
    Professora de História
    EE Dona Bilu Figueiredo
    malusbr@gmail.com

    Deilde Ferreria de Brito Vieira
    Professora de Geografia
    EE. Cel Adelino Castelo Branco
    deildegeografia@yahoo.com.br

    Pauliana Duarte Moreira Alves
    Professora de Matemática
    EE. Dona Buli Fiegueiredo
    paulianaduarte@ig.com.br

    Édila Caetano da Silva
    Coordenadora Pedagógica
    EE Zoroastro Viana Passos
    facebook.com/edila.caetano/info

    Daniel Santos Braga
    Professor de História
    EE Maria Elizabeth Viana

    Rômulo Radicchi
    Professor de História
    E.M Gabriela Leite Araújo

    Cláudia Simões
    Professora de História
    EE Angélica Maria


    Contatos da Comissão Eleitoral Municipal

    Luís Fernando de Barros Costa
    Professor de Sociologia
    EE Cel Adelino Castelo Branco
    luisbolchevique@gmail.com
    (31) 3672-1300

    Maria Angélica de Barros Costa
    Coordenadora Educacional
    EE Zoroastro Viana Passos
    angesbr@gmail.com


    NENHUM DIREITO A MENOS! AVANÇAR EM NOVAS CONQUISTAS!